O Navia é 100% elétrico e 100% sem motorista.
Veículo elétrico automatizado
Cingapura começará a testar seu primeiro sistema de transporte sem motorista.
O pequeno veículo elétrico automatizado fará um percurso entre a Universidade Tecnológica de Nanyang, onde ele foi desenvolvido, e um parque de alta tecnologia nas proximidades do campus.
O veículo, batizado do Navia, percorrerá o trecho de dois quilômetros transportando até oito passageiros de cada vez, a uma velocidade de exatos 20,1 km/h.
Os testes iniciais deverão durar dois anos, período no qual serão avaliados diversos sistemas de recarregamento das baterias, desde o uso de supercapacitores, até um sistema indutivo semelhante ao instalado recentemente no Canadá.
Outro foco de atenção dos pesquisadores é o software de controle do veículo, que fará roteiros em horários programados.
"Tanto o conceito de transporte sem motorista, quanto o uso de veículos elétricos eficientes, estão na fronteira das pesquisas em transportes coletivos, transporte na última milha e para aplicações em logística," disse o professor Subodh Mhaisalkar, responsável pelo projeto.
Fonte: Inovação tecnológica.
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sábado, 31 de agosto de 2013
terça-feira, 27 de agosto de 2013
ENERGIA ELÉTRICA – 127 ou 220V QUEM CONSOME MAIS?
Por muitas vezes sou questionado sobre o consumo de energia elétrica e as várias formas viáveis para sua redução, para o uso consciente deste recurso e também (É Claro!!), a fim de obter economia, redução na conta. O segredo mesmo todos nós já sabemos: o uso racional da energia elétrica com a redução do tempo de utilização do chuveiro, substituição de eletrodomésticos antigos (geladeiras, freezer, etc…) ou até mesmo uma re-instalação de toda infraestrutura elétrica. Mas a ideia de criar este artigo nasceu em função de uma pergunta que recebi há algum tempo de um de meus alunos enquanto explanava sobre Potência Elétrica em um treinamento de Instalações Elétricas, a pergunta foi mais ou menos assim:
“Um equipamento em 220V é mais econômico do que em 127V?”
Esta dúvida é muito comum e você pode se surpreender com o que vamos abordar neste artigo.
POTÊNCIA ELÉTRICA
Definição: “Potencia elétrica é a capacidade que um determinado consumidor possui de produzir trabalho a partir da eletricidade em um determinado tempo”
Vamos relembrar um conceito muito importante para sanarmos esta dúvida: Quando estudamos a potência elétrica em corrente contínua aprendemos em instalações elétricas que a corrente ao passar por material condutor provoca o chamado “Efeito Joule” que representa o aquecimento em função da excitação dos elétrons na estrutura do condutor, correto? O conceito de potência é a base de funcionamento dos consumidores em geral, mesmo em circuitos eletrônicos que possuem baixíssimas correntes e tensões a potência está lá. Daí somos apresentados a uma equação (fórmula) que expressa exatamente este fenômeno, esta abaixo:
A FINAL, QUAL CONSOME MAIS ENERGIA ELÉTRICA , 127 OU 220V?
Nenhum! Mudar o nível de tensão objetivando redução do consumo de energia elétrica é na verdade perca de tempo, observe que sua conta de energia elétrica está baseada em KW/h ou seja, o valor da conta de energia elétrica será em função da Potência Elétrica que os seus aparelhos eletrodomésticos, máquinas, etc, consomem, sendo assim a tensão elétrica não irá interferir no seu bolso no final do mês.
Observe no exemplo abaixo, um chuveiro em 220V e um outro com mesma potência em 127V. A única alteração que observamos é o nível da intensidade da corrente, a potência será sempre a mesma, logo, o consumo também não irá alterar.
ENTÃO PORQUE UTILIZAR NÍVEIS DIFERENTES DE TENSÃO?
Esta é fácil de responder. Observe novamente o cálculo acima… O que mesmo mudou nas duas situações? Exatamente! A corrente elétrica foi o fator que diferenciou as duas situações. Neste caso temos que lembrar que em instalações elétricas, o dimensionamento de condutores está diretamente ligado a corrente que ele suporta, neste caso acima teríamos uma necessidade de um condutor de 4mm² para o chuveiro de tensão nominal 220V, já que este condutor suporta até 28A e um cabo de 6mm² para o cuveiro aplicado a tensão de 127V.
Sendo assim, aplicação preferencial de maior nível de tensão a consumidores de maior potência se dá em função de, principalmente, redução dos custos e da inviabilidade técnica na implantação dos fios ou cabos e não para a redução da energia elétrica como muitos costumam dizer.
Deixa eu te provar este conceito! as hidroelétricas transportam a energia elétrica gerada através de torres de transmissão que muita das vezes possui um nível de tensão de 500kV, isto porque se transportasse a mesma potência através de tensão mais baixas teria que utilizar cabos imensos que não tornaria viável o transporte aéreo.
Fonte: Site Sala da Elétrica
Autor: Everton Moraes, Engenheiro Eletricista.
“Um equipamento em 220V é mais econômico do que em 127V?”
Esta dúvida é muito comum e você pode se surpreender com o que vamos abordar neste artigo.
POTÊNCIA ELÉTRICA
Definição: “Potencia elétrica é a capacidade que um determinado consumidor possui de produzir trabalho a partir da eletricidade em um determinado tempo”
Vamos relembrar um conceito muito importante para sanarmos esta dúvida: Quando estudamos a potência elétrica em corrente contínua aprendemos em instalações elétricas que a corrente ao passar por material condutor provoca o chamado “Efeito Joule” que representa o aquecimento em função da excitação dos elétrons na estrutura do condutor, correto? O conceito de potência é a base de funcionamento dos consumidores em geral, mesmo em circuitos eletrônicos que possuem baixíssimas correntes e tensões a potência está lá. Daí somos apresentados a uma equação (fórmula) que expressa exatamente este fenômeno, esta abaixo:
A FINAL, QUAL CONSOME MAIS ENERGIA ELÉTRICA , 127 OU 220V?
Nenhum! Mudar o nível de tensão objetivando redução do consumo de energia elétrica é na verdade perca de tempo, observe que sua conta de energia elétrica está baseada em KW/h ou seja, o valor da conta de energia elétrica será em função da Potência Elétrica que os seus aparelhos eletrodomésticos, máquinas, etc, consomem, sendo assim a tensão elétrica não irá interferir no seu bolso no final do mês.
Observe no exemplo abaixo, um chuveiro em 220V e um outro com mesma potência em 127V. A única alteração que observamos é o nível da intensidade da corrente, a potência será sempre a mesma, logo, o consumo também não irá alterar.
ENTÃO PORQUE UTILIZAR NÍVEIS DIFERENTES DE TENSÃO?
Esta é fácil de responder. Observe novamente o cálculo acima… O que mesmo mudou nas duas situações? Exatamente! A corrente elétrica foi o fator que diferenciou as duas situações. Neste caso temos que lembrar que em instalações elétricas, o dimensionamento de condutores está diretamente ligado a corrente que ele suporta, neste caso acima teríamos uma necessidade de um condutor de 4mm² para o chuveiro de tensão nominal 220V, já que este condutor suporta até 28A e um cabo de 6mm² para o cuveiro aplicado a tensão de 127V.
Sendo assim, aplicação preferencial de maior nível de tensão a consumidores de maior potência se dá em função de, principalmente, redução dos custos e da inviabilidade técnica na implantação dos fios ou cabos e não para a redução da energia elétrica como muitos costumam dizer.
Deixa eu te provar este conceito! as hidroelétricas transportam a energia elétrica gerada através de torres de transmissão que muita das vezes possui um nível de tensão de 500kV, isto porque se transportasse a mesma potência através de tensão mais baixas teria que utilizar cabos imensos que não tornaria viável o transporte aéreo.
Fonte: Site Sala da Elétrica
Autor: Everton Moraes, Engenheiro Eletricista.
sábado, 15 de junho de 2013
Luva muda de cor quando toca em substâncias tóxicas
As luvas protegem bem as mãos de trabalhadores e pesquisadores.
Mas basta uma coceirinha indiscreta para pôr tudo a perder, levando uma substância perigosa para partes não protegidas do corpo.
Assim, o ideal é saber se as luvas estão tocando em alguma substância realmente tóxica, para que a pessoa possa tomar cuidados adicionais.
A solução está pronta, na forma de luvas fabricadas com um tecido que muda de cor imediatamente ao entrar em contato com uma substância tóxica.
Como os sensores são aplicados nos tecidos por meio de impressão, a técnica não ficará restrita às luvas.
Luva sensorial
Segundo a Dra. Sabine Trupp, do Instituto de Tecnologias de Estado Sólido, na Alemanha, a luva sensorial é voltada sobretudo para trabalhadores da indústria química, de semicondutores e de laboratórios, onde muitas substâncias agressivas são imperceptíveis aos sentidos humanos.
"Sensores que mudam de cor podem detectar gases, como o monóxido de carbono, por exemplo, ou sulfeto de hidrogênio. E um equipamento de proteção representa apenas uma área potencial de aplicação. Materiais sensores também poderiam ser utilizados para a detecção rápida de vazamentos em tubulações de gás," disse Sabine.
O sinal de alerta é disparado por um corante integrado no tecido da luva, que reage com a presença de analitos, neste caso as substâncias tóxicas.
Como os sensores são aplicados nos tecidos por meio de impressão, a técnica não ficará restrita às luvas, podendo ser usada em roupas, aventais e até instrumentos e móveis.
O próximo passo da pesquisa, segundo Sabine, é criar módulos sensores miniaturizados, que possam detectar as substâncias tóxicas, gravar as imagens e transmitir os dados para um sistema de alerta central.
Isto também permitirá medidas adicionais de proteção ao trabalhador, contando quantas vezes cada indivíduo fica exposto a materiais tóxicos.
Mas basta uma coceirinha indiscreta para pôr tudo a perder, levando uma substância perigosa para partes não protegidas do corpo.
Assim, o ideal é saber se as luvas estão tocando em alguma substância realmente tóxica, para que a pessoa possa tomar cuidados adicionais.
A solução está pronta, na forma de luvas fabricadas com um tecido que muda de cor imediatamente ao entrar em contato com uma substância tóxica.
Como os sensores são aplicados nos tecidos por meio de impressão, a técnica não ficará restrita às luvas.
Luva sensorial
Segundo a Dra. Sabine Trupp, do Instituto de Tecnologias de Estado Sólido, na Alemanha, a luva sensorial é voltada sobretudo para trabalhadores da indústria química, de semicondutores e de laboratórios, onde muitas substâncias agressivas são imperceptíveis aos sentidos humanos.
"Sensores que mudam de cor podem detectar gases, como o monóxido de carbono, por exemplo, ou sulfeto de hidrogênio. E um equipamento de proteção representa apenas uma área potencial de aplicação. Materiais sensores também poderiam ser utilizados para a detecção rápida de vazamentos em tubulações de gás," disse Sabine.
O sinal de alerta é disparado por um corante integrado no tecido da luva, que reage com a presença de analitos, neste caso as substâncias tóxicas.
Como os sensores são aplicados nos tecidos por meio de impressão, a técnica não ficará restrita às luvas, podendo ser usada em roupas, aventais e até instrumentos e móveis.
O próximo passo da pesquisa, segundo Sabine, é criar módulos sensores miniaturizados, que possam detectar as substâncias tóxicas, gravar as imagens e transmitir os dados para um sistema de alerta central.
Isto também permitirá medidas adicionais de proteção ao trabalhador, contando quantas vezes cada indivíduo fica exposto a materiais tóxicos.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Jovem engenheira vira ícone do Hardware Livre
É um sonho de muitos hobistas: transformar sua atividade de lazer em um negócio lucrativo e ainda trabalhar por uma causa nobre.
Foi isto o que aconteceu para Limor Fried, aluna de engenharia do MIT, cujo passatempo - mexer com eletrônica - não apenas deu origem a uma empresa rentável, mas também a posicionou como líder de uma revolução tecnológica - a chamada Era da Máquinas Livres.
"Eu acho que isso representa uma oportunidade para mais fazedores e hackers verem que é possível estar em uma boa causa e em um bom negócio."
Movimento Criador
Desde criança, Fried gostava de construir, melhorar ou simplesmente mexer (ou hackear) aparelhos eletrônicos, algumas vezes criando seus próprios gadgets personalizados e únicos.
Já no MIT, ela começou a vender seus aparelhos e kits para seus colegas, compartilhando livremente seus projetos em um site.
Quando a coisa começou a crescer, ela criou uma empresa que a permitisse vender pela internet - a Adafruit Industries.
Hoje, seguindo exatamente a mesma fórmula, a Adafruit tornou-se uma empresa multimilionária, citada como líder na indústria de hardware livre.
E Fried virou estrela, louvada como pioneira do "movimento criador", uma cultura que enfatiza a tecnologia do faça-você-mesmo, que está se revelando um nicho rentável.
Em janeiro, Fried - conhecida por seu pseudônimo online "Ladyada", em homenagem à matemática do século 19 Lady Ada Lovelace - foi condecorada "Empresária do Ano" pela revista Entrepreneur.
No ano passado, ela foi a primeira engenheira mulher na capa da Wired, e foi incluída na lista das "Mulheres Mais Influentes em Tecnologia" da Fast Company.
Em 2009, ela recebeu o Prêmio Pioneer da Electronic Frontier Foundation, um grupo de direitos digitais.
Ideal em primeiro lugar
Mas, é claro, não é uma simples questão de vender kits de bugigangas eletrônicas.
É fato que a Adafruit vende principalmente kits desmontados de dispositivos eletrônicos, completos, com licenças de código-fonte aberto, além de incentivar os clientes a modificar os produtos finais.
Mas o foco principal é o ensino mundial da engenharia, afirma Fried - "Uma empresa educacional que só por acaso tem uma loja no final do corredor," como ela diz.
"Há muitas pessoas muito boas trabalhando duro e inspirando o movimento criador todos os dias," diz Fried. "Todos nós temos nossos pequenos papéis que desempenhamos para tornar o mundo um lugar melhor através da aprendizagem e do compartilhamento."
Embora se diga lisonjeada com a fama, Fried espera que a publicidade ajude a promover a educação em ciência, tecnologia, engenharia e matemática - e mostrar que há formas de combinar a paixão pela engenharia com o empreendedorismo.
"Eu acho que isso representa uma oportunidade para mais fazedores e hackers verem que é possível estar em uma boa causa e em um bom negócio", diz ela. "Quem quiser ajudar a ensinar eletrônica para as pessoas e fazer coisas pode transformar isso em um negócio."
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Maior hidrelétrica do mundo será construída na África
A maior hidrelétrica do mundo será construída no Rio Congo, o maior rio do mundo depois do Amazonas.
A hidrelétrica Inga, que será construída na República Democrática do Congo, terá uma capacidade de geração de eletricidade duas vezes maior do que a maior hidrelétrica do mundo atualmente, a usina de Três de Gargantas, na China.
Hidrelétrica sem barragem
Mas, além da potência, ela terá uma vantagem imbatível: a hidrelétrica será construída sem a necessidade de construir uma represa.
Isso será possível porque, nas chamadas Cataratas Inga, cerca de 42.000 metros cúbicos de água por segundo descem uma sucessão de corredeiras única na Terra.
Assim, as turbinas da usina de 40 GW serão acionadas pelo próprio fluxo normal do rio Congo, sem represa, sem terras inundadas e sem desalojamento da população.
O projeto, conhecido como Grande Inga, usará a água em vários pontos do Rio Congo, sem precisar fazer represas.
>>>Hidrelétrica submersa guarda energia no fundo do mar
Aliás, assim que foi anunciado, o projeto já recebeu inúmeras críticas porque, segundo algumas organizações não-governamentais, não irá beneficiar a população do Congo: metade da energia será usada nas minas de cobre do país, cujo metal é exportado para o primeiro mundo, e a outra metade será comprada pela África do Sul.
Segundo seus defensores, com a instalação da infraestrutura adequada de transmissão, a energia gerada na usina de Inga poderá abastecer a Nigéria, o Egito e até a Europa.
O Banco Mundial, que está financiando o projeto, não vê sentido na polêmica, afirmando em nota que a usina vai "catalisar benefícios de larga escala para melhorar o acesso aos serviços de infraestrutura na África.
Segundo o Banco, a usina de Inga terá um dos custos de energia mais baixos do mundo, de cerca de US$0,02/kWh.
As obras deverão começar em 2015.
A hidrelétrica Inga, que será construída na República Democrática do Congo, terá uma capacidade de geração de eletricidade duas vezes maior do que a maior hidrelétrica do mundo atualmente, a usina de Três de Gargantas, na China.
Hidrelétrica sem barragem
Mas, além da potência, ela terá uma vantagem imbatível: a hidrelétrica será construída sem a necessidade de construir uma represa.
Isso será possível porque, nas chamadas Cataratas Inga, cerca de 42.000 metros cúbicos de água por segundo descem uma sucessão de corredeiras única na Terra.
Assim, as turbinas da usina de 40 GW serão acionadas pelo próprio fluxo normal do rio Congo, sem represa, sem terras inundadas e sem desalojamento da população.
O projeto, conhecido como Grande Inga, usará a água em vários pontos do Rio Congo, sem precisar fazer represas.
>>>Hidrelétrica submersa guarda energia no fundo do mar
Aliás, assim que foi anunciado, o projeto já recebeu inúmeras críticas porque, segundo algumas organizações não-governamentais, não irá beneficiar a população do Congo: metade da energia será usada nas minas de cobre do país, cujo metal é exportado para o primeiro mundo, e a outra metade será comprada pela África do Sul.
Segundo seus defensores, com a instalação da infraestrutura adequada de transmissão, a energia gerada na usina de Inga poderá abastecer a Nigéria, o Egito e até a Europa.
O Banco Mundial, que está financiando o projeto, não vê sentido na polêmica, afirmando em nota que a usina vai "catalisar benefícios de larga escala para melhorar o acesso aos serviços de infraestrutura na África.
Segundo o Banco, a usina de Inga terá um dos custos de energia mais baixos do mundo, de cerca de US$0,02/kWh.
As obras deverão começar em 2015.
domingo, 26 de maio de 2013
Hardware livre: um supercomputador por $99

Um supercomputador ao alcance de todos.Supercomputador livre
Há mais um participante de peso no mundo do hardware livre, um esforço para compartilhar projetos de equipamentos que qualquer um possa fabricar, usar ou vender.
Sem patentes e sem royalties, os ativistas dessa Era das Máquinas Livres acreditam que será possível contar com equipamentos mais robustos e mais baratos, tornando-os acessíveis a camadas maiores da população e tornando as pessoas independentes de empresas ávidas por lucros trimestrais.
O campo da eletrônica e da informática conhece o sistema de hardware livre há tempos, com o Arduino e o Raspberry Pi sendo os exemplos mais famosos, ocupando espaço equivalente ao que o Linux ocupa no campo do software livre.
O novo membro da turma é o Parallella, um computador completo baseado em uma plataforma projetada para ter múltiplos núcleos e múltiplos processadores.
O grande atrativo da plataforma são processadores maciçamente paralelos, baseados na tecnologia RISC, com 16 ou 64 núcleos, capazes de atingir impressionantes 45 GHz.

O grande atrativo da plataforma são os processadores Epiphany, maciçamente paralelos.
Mais impressionante ainda é o consumo desse verdadeiro supercomputador do tamanho de um cartão de crédito: ele consome meros 5 Watts de energia.
Tudo livre
O pacote completo é pouco maior do que um cartão de crédito, e já vem com Linux Ubuntu e rodando as linguagens de programação C, C++ e Python.
Com seu alto poder de processamento, o "supercomputador Parallella", como seus criadores o chamam, deverá conquistar áreas como a visão de máquina, controle de robôs, processamento de imagens etc.
Os idealizadores do projeto levantaram recursos por meio do site de doações KickStater - eles pediram US$750 mil e doadores anônimos de todo o mundo contribuíram com quase US$900 mil.
Os primeiros kits do Parallella deverão estar à venda em breve, pelos prometidos US$99,00.
Fonte: Inovação Tecnológica
sábado, 11 de maio de 2013
Metrópole inteligente na Ásia custará menos que Copa do Mundo de 2014
Mas será que o caminho é realmente investir em cidades? Parece que sim, desde que sejam cidades concebidas em novos formatos.
Cidades do futuro
Iskandar Malásia - este é nome da primeira "metrópole inteligente" do sudeste asiático.
A cidade está sendo construída com fundações firmes em princípios de integração social, baixas emissões de carbono, economia verde, tecnologias verdes, sustentabilidade e todos os demais conceitos relacionados com uma nova economia mundial.
Mas será que o caminho é realmente investir em cidades? Parece que sim, desde que sejam cidades concebidas em novos formatos.
As Nações Unidas estimam que a população humana passará dos atuais 7 bilhões para 9 bilhões até 2050 - e mais de 6 bilhões vão viver em ambientes urbanos, um número que é quase o dobro de hoje.
Esse aumento exigirá a construção de uma cidade de 1 milhão de habitantes a cada semana até 2050, segundo cálculos dos especialistas.
Além disso, o estresse ambiental causado por esse intenso crescimento urbano será imenso - mais de 70% das emissões de CO2 hoje se relacionam com as necessidades das cidades.
É por isso que especialistas internacionais afirmam que Iskandar e outros empreendimentos do tipo são modelos para o desenvolvimento urbano sobretudo nos países emergentes, com populações que crescem a taxas mais altas.
De 2006, quando o projeto foi iniciado, até junho de 2012, Iskandar atraiu US$ 31,2 bilhões em investimentos estrangeiros.
Opções para o futuro
E dinheiro para isso também parece não faltar.
Iskandar já se mostrou um poderoso ímã para o investimento privado, incluindo enormes estúdios da Pinewood Films, o primeiro parque temático Legoland da Ásia, e campi remotos de diversas universidades ocidentais, incluindo Universidade Newcastle do Reino Unido, Universidade de Southampton e Marlborough College, todas localizadas na "edu-city" de 140 hectares.
De 2006, quando o projeto foi iniciado, até junho de 2012, Iskandar atraiu US$ 31,2 bilhões em investimentos, 38% dos quais vindos de fontes estrangeiras.
Isso é menos do que custará a Copa do Mundo de 2014 no Brasil.
A diferença é que, em vez de consumo de recursos públicos e estádios sem utilização, a cidade de Iskandar deverá ter um PIB de US$ 93,3 bilhões em 2025, um aumento de 465% em relação a 2005, antes do início do projeto - um PIB per capita de US$ 31.100 dólares.
Além da "metrópole inteligente" de Iskandar, a Malásia está criando "aldeias inteligentes" e "eco-cidades", constituídas de casas a preços acessíveis, instalações educacionais, de formação e de lazer de alta tecnologia e um sistema agrícola criativo, em circuito fechado, proporcionando alimentos e renda suplementar aos moradores das pequenas cidades.
Fonte: Inovação Tecnológica
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